segunda-feira, 18 de abril de 2016

Concretude.


No verso 42 não vai ter elucubração misteriosa-fantasiosa. Só areia, cimento, pedra e água.
Nas últimas duas semanas tenho trabalhado de 12 a 14 horas diárias na minha dissertação. Entre leituras, escritas, releituras, reescritas, retornos, retomadas e despertares súbitos na madrugada para escrever aquele insight que veio durante o sono comprovando que na verdade eu não estava dormindo, estava pensando. Daí que chegou o final de semana do golpe e eu queria ir para algum outro cantinho, próximo dos próximos. Caiu como uma luva que haveria um festival de música no sábado e no domingo em Mogi das Cruzes/SP e fui para lá. Desanuviar a cabeça, não tanto do golpe, mas sim do trabalho, do texto, do monotematismo necessário aos que estão no processo concentrando de escrita monográfica. Fiz algumas fotos, inclusive, estão aqui. Mas ai qual o presente que meu corpo dá ou recebe no retorno de um mísero período de 24 horas desligado do trabalho? Gripe, dores, tosse, garganta dolorida, catarro escorrendo pelo nariz, catarro subindo pela garganta, arrepios na cabeça indicando que tem catarro descolando do crânio - tomei um remédio que parece ter isso como efeito para isso como problema. Que grande bosta.


Nenhum comentário: