quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

A Verbo Ragia Mal Dita do Seru Mano.


Seru Mano se virou, em meio a um cordial e saborosíssimo jantar - em plena segunda feira chuvosa paulistana -, e soltou um Mal Dito Verbo Rágico doloroso. Pelo menos em mim doeu, foi Mal Seru Mano, mas do eu. Dai depois teve mais Mal Ditos, a Verbo Ragia comeu solta, tão solta que parecia algum daqueles reis (ou rainhas) do período medieval em pinturas em banquetes com mesas enormes repletas por todos os tipos de comidas existentes na Europa da época. A Verbo Ragia Mal Dita do Seru Mano comeu a alma alheia tal qual o colonialismo europeu devorou e destruiu os povos que quis ao longo do mundão. A Verbo Ragia Mal Dita do Seru Mano é nada mais que um exemplo relacional contemporâneo do colonialismo europeu, mas não percebe - nariz pro alto, eu tô certx, lasque-se. E, assim como o colonialismo europeu, deixou cicatrizes abertas, deixou reflexos, deixou desa grados de enorme atriz tesa. Seru Mano, por que fora tão Mal Dito com aquela Verbo Ragia toda?


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