sábado, 23 de agosto de 2014

O charuto.


Não sei por que eu tinha um charuto em casa, não sei mesmo. Talvez algum amigo ou algum familiar tenha viajado para alguma capital das charutarias e me trazido como "recordação". Lembrei dele hoje, e realmente não me lembro de onde ele veio e nem o que fazia em cima da minha mesa. Não lembro também se foi pouco tempo que ele passou ali, em cima da mesa. Mas tenho a lembrança imagética dele ali, sempre ao redor do meu computador, se mesclando às dezenas de coisas jogadas na mesa compondo aquela baderna de que tenho tanta saudade. Lembro da imagem de um charuto, dentro de um saquinho plástico lacrado. Para não dizer que não lembro de mais nada sobre ele, lembro de quando o queimamos em uma noite divert...
Agora, escrevendo, acabo de me lembrar sobre toda a história do charuto, e para ser honesto com ela e coerente com este não-texto, o encerro por aqui; de certa forma, sorrindo, pois me lembrei de toda a história sobre o charuto.



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