segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Tiago, o Tijolo chamado paixão.


Em dois breves atos, para facilitar a compreensão do enigmático título:

1)

O que o tijolo disse pra tijola?
R: no seu bloco, ou no meu?

2)

Diálogo:

-Sabe quem veio?
-Quem?
-Um tijolo - tinha mesmo um tijolo em mãos.
-Cara - incredulidade define o tom da expressão facial e da pergunta: um tijolo?
-É! Ele veio!
-Então é o Tiago!
-Tiago?
-Sim: TI-ago, TI-jolo.

Não sei se já disse, mas a idiotice (ah, a idiotice!) ela soa como um afrodisíaco. 
Não a idiotice cretina, aquela que lava de sangue calçadas e camisas. A idiotice simpática, rotineira; aquela que é oposto de chatice, aquela que é contrário de seriedade-falsa (aquela seriedade dos que, carrancudos, seguem dias chatos, mas bem convencionados publica e diabolicamente).
Ah, a idiotice!
É um afrodisíaco. Não daqueles físico-corporais, mas sim daqueles sociais. E afrodisíaco-social, é apaixonação.

Por isso mesmo, no seu bloco, ou no meu, tanto faz, ele é Tiago, o Tijolo chamado paixão.

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