domingo, 4 de novembro de 2012

Meu bem, é o fim.

Lembro-me de quando você chegou: eu tive de conter (no sentido de controlar as demonstrações públicas de) minha felicidade, pois você havia chegado.
Lembro-me que você atrasou um dia para chegar, e eu tive de fazer algumas ligações para descobrir o que havia te acontecido, e por que demorava tanto para chegar. Lembro de com foi difícil dormir desse dia para o seguinte, que seria o da sua chegada.
Enfim, você chegou, e eramos pura alegria: tínhamos um mundo para desbravar juntos!
Quantas vezes viajamos? Eu não saberia dizer.
Quantas coisas criamos? Eu não saberia dizer.
Quantos amigos, quantas conversas, quantas fotos, quantos vídeos, tudo isso juntos. Como saber dizer?

Mas então aconteceu de você ficar mau uma vez, e ser necessário parar a vida para estar ao seu lado, segurando a tua mão, com a fé de podermos tornar a ser o que eramos antes.
Você se recuperou, a alegria voltou, nós voltamos!
Mas a verdade é que durou pouco, e nunca mais fomos os mesmos: passado algum tempo você ficou mau novamente (eu também), isso tudo nos afetou, mas não desdemos as mãos; estávamos juntos!

Agora, meu bem, pela terceira vez encaramos uma forte desestabilização em você, em nós. Eu não sinto mais tanta vontade assim de estar ao seu lado.
Desejo apenas sair te chutando daqui até a rua e atear fogo em você, computador filho da puta.





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