sábado, 26 de novembro de 2011

Sobre quando me tornei um chato com uma câmera.

O pessoal que encerrou o colegial comigo na "escola para a vida, um caminho para o futuro" (como foi um dia o lema do colégio) está organizando um churrasco de reencontro, pois já faz cinco anos que nos formamos; e confesso, pessoalmente, que parece que passei por um plano quinquenal: "cinquenta anos em cinco".
Estou interessado em ir neste encontro, mas, ao que tudo indica, a data não será condizente com minha presença.
Após criarem o grupo da turma no feicebuque várias pessoas (ex-colegas e outros nem tanto) passaram a me adicionar. Alguns aceitei, outros não, o que não vem ao caso aqui.

Vez ou outra o maldito sistema de atualizações do feicebuque indica que fulano comentou no grupo, sendo que, muitos fulanos eu se quer me lembrava que existiam. Surpreso, vou lá e fuço nos álbuns destas pessoas, para ver "o que fazem da vida", "o que estão se tornando".
Pois hoje, fuçando no álbum de uma bela mulher (que, na época da "escola para a vida", era uma bela garota) vi fotos dos últimos dias de aula, quando ocorreram uma série de quizumbas autorizadas pelos diretores, como guerra de água e daquelas espumas em spray.

Não estou em nenhuma foto.

Não por ter medo de água, ou de espuma. Mas sim por que, naquela época eu já tinha a minha câmera digital, e recordo-me que, entre participar de um fuzuê (do qual eu não me sentia fazer parte) e registrar o fuzuê, eu preferia muito mais registrá-lo.
E assim tem sido.

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