terça-feira, 19 de julho de 2011

Vícios, gostos e virtuosismos.

1) Vícios e Gostos:
No final do semestre, naquele período cabulosamente nebuloso, que envolveu as 3 últimas semanas de Junho e os primeiros dias de Julho, me peguei em um consumo desenfreado de Torrone, algo que se iniciou no final do semestre anterior (Dezembro de 2010) e se agravou no já citado semestre recentemente finalizado. Um Torrone por dia, quando não dois.
No final de 2010 o consumo desembestado fazia-se por meio da associação da substância branca e amendoenta com aquela substância preta e coca colenta.
Foi então que percebi uma situação que classifiquei como problema, entre um trabalho e outro a ser entregue até o dia 5 de julho: quando gosto bastante de alguma coisa do mundo físico-palatável, esta se torna um vício;

2)Virtuosismos:
O pessoal que não é de São Paulo parece ter uma coisa com essa cidade; não posso negar que a cidade em si tem muitas coisas.
Outro dia, conversando com uma companheira interiorana, ela confessou soar estranho eu estar em São Paulo e não sair tanto de casa. Aliás, soa estranho eu não sair de casa, como tem sido esta estada atual por aqui: não tenho vontade de sair, e não saio, e quando tenho algo interessante para fazer, conforme se aproxima a hora aumenta minha falta de vontade para ir, e acabo não indo.
Observo os que por aqui ficaram, os que por aqui vivem, e os que com esse ritmo se acostumaram (e até criaram gosto), e não sei como conseguem; aliás, não consigo entender...
Sim, São Paulo tem muitas coisas legais pra fazer, não se compara às cidades do interior do estado que eu conheço. Em São Paulo opções diárias de tudo, tudo mesmo.
Mas para se realizar qualquer coisa dentro desse 'tudo', há de se possuir (encrustado em si) um virtuosismo fora do comum, que talvez eu já tive nalgum momento da vida, e não mais me pertence.

Nenhum comentário: