terça-feira, 1 de março de 2011

Breve pergunta.


Para aqueles que sentem e proclamam que nada nunca está bom, e tem como premissa lógica de existência a demanda constante, inegável e inalienável de que "sempre está errado", de que sempre se deve mudar, de que este que derrubamos é um déspota, e o próximo também será, e todos os outros também serão opressores (termo da vez), faço uma pergunta, talvez inocente: por que não se abandona o discurso democratizador, democratizante e/ou/até democrata, e, de uma vez por todas, passe a militar por uma forma organizacional livre de pessoas em posições de líderes diferenciados? A eterna bola de neve do ser do contra (não se trata de fazer oposição) pode ser, na verdade, uma bola de aço, presa em seu pé, aprisionando e tornando lento todo e qualquer caminhar.

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