terça-feira, 13 de outubro de 2009

Um jogo de xadrez.

Fui dormir sabendo que jogaria 11 partidas de xadrez no dia seguinte; fazia alguns anos que eu não jogava uma, e nunca levei a sério este esporte, depois de uma cagada nada pedagógica por parte de um professor, lá pelos anos de 99 ou 2000. Enfim, começou a partida.
Cumprimentei meu oponente, bati no negocinho do relógio e o adversário fez sua primeira jogada. Pensando eu podia estar fazendo sexo fiz um movimento qualquer e trinquei o relógio de novo, o adversário jogou, eu joguei, e pensei eu poderia estar conhecendo esta cidade que ainda não conheço e tudo; pensei, após isto, eu poderia estar na casa de meus pais, em São Paulo, enchendo o saco da minha mãe perguntando que que vai ter pro almoço. Foi neste momento que o oponente disse algo que não compreendi, pedi que repetisse, e ele o fez: "xeque mate". Olhei no reloginho, pouco mais de um minuto havia se passado desde o principio do jogo.
Repeti, então, a frase dita quando cheguei ao salão em que ocorreriam os jogos: "enfia o bispo no cú e sorri pro cavalo".
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"Lírios aos Anjos" - Dance of Days.
Talvez precise bem mais
Que um sorriso incapaz
De me prender a atenção.
Mas foi tão bonito estarmos
Sentados aqui sem dizer nada
Esperando o calor tomar corpo.
E não sei...
Não sei como preencher
O vazio sem fim destes passos.
Eu não sei...
Não sei como comecei
A atirar lírios aos anjos.

2 comentários:

Fabi disse...

Fiquei abismada com seu desempenho! Eu não teria feito melhor...rs

Varioska, Bruna Melfa disse...

Ah, confesso que não faço idéia de como se joga xadrez...agora veio pra assis e nem deu um oi?poxa...