sexta-feira, 6 de março de 2009

Fico pensando...

...e ai tem toda uma coisa de limites, de auges [nem sei escrever esta palavra], de pontos finais, de parar para pensar e [talvez] recuar, de pensar nas coisas, de não pensar, de ser impulsivo. Tem um monte de coisas.
Mas ai chega um momento que é fatídico, não que os outros não sejam, acho que todos são componentes de um corpo, mas há um moneto fatídico em especial ao qual eu gostaria de chamar de revelação.
Revelação feita, na época das "câmeras analógicas", a gente revelava as fotos, pagava o rapaz do laboratório, saia com um saquinho de papel, sentava na guia e via as fotos com um riso besta na cara. Pelo menos eu fazia isso.
Ai o momento fatídico me conduziu a revelação [que não foi tão nova ou ocorrente pela primeira vez] e eu fiquei sentado, com cara de idiota, vendo fotos, e fotos, e fotos e ai a coisa pegou. Não sei se os limites, se a falta deles ou se o corpo deles. Pegou.
E ai fico pensando, será que se eu fizer a barba alguma coisa vai mudar? [ou minimamente se diferenciar?].

2 comentários:

Alex Arbarotti disse...

Esse lance da fotografia é algo que tenho pensado muito. A "modernidade" nos deu muitas coisas, mas por outro lado nos tirou a surpresa de uma foto revelada, de uma carta, de jogor futebol na rua e muito mais.
Genhamos algo e o preco a pagar e perder algo.

Fabiana Sanches Grecco disse...

"...não vou me adaptar..."