segunda-feira, 30 de março de 2009

Sobremesas

Quando as minhas sobremesas passam a ser isso, de ficar no laboratório de informatica da faculdade esperando alguma reunião, algum atrasado chegar para fazermos algum/qualquer trabalho, eu realmente me sinto nauseado e vejo que o almoço caiu mal.
O almoço sempre cai mal, seja em casa seja na faculdade seja no restaurante popular do centro.
E de tão mal, não tenho vontade de comer uma sobremesa de fato. Almoçar é luxo, sobremesa é sobreluxo. E os atrasados não chegam.
E outro dia eu comecei uma postagem com esperando uma reunião que não começará tão cedo. Foi escrever a frase pra começar a tal de reunião, que teve uma hora de espera e quinze minutos de duração.
Eu so queria um café.

http://www.myspace.com/bielcoiso

quinta-feira, 26 de março de 2009

Não importa

Fiquei uma hora esperando por uma reunião que durou quinze minutos. Fui até o centro, resolvi o que precisava. Fui questionado por uma moça em uma loja "você não é o coiso? eu vi umas coisas suas". Estou com dor de cabeça, já faz algumas horas, e mesmo assim, esqueci de tomar o maldito remédio. O Corintians empatou com a droga da ponte. A moça da imobiliária foi atenciosa e gentil conosco. Hoje eu comprei um pacote de pão de forma e paguei por meu almoço na faculdade. Também comprei o texto para a aula de amanhã de antropologia do primeiro ano, pois eu ainda estou sem professor para sexta feira. Minha mãe, minha vó, minha irmã, minhas tias, meu pai, meus tios e minhas primas, bem como meu cachorro, estão em São Paulo. O cheque ainda não caiu. A professora de tópicos da geografia gostou do clipe de "porco de flocos". A sola do meu tênis tá solta, ele é velho, todo velho, fazia tempo que não o usava. Em casa eu tirei um cochilo, antes de voltar pra faculdade. Jornada dupla, talvez tripla.
Não importa. No fim das frases curtas, eu acabo voltando à minha amiga Bianca, que em 2006 me mostrou que uma flor nasceu na rua, é feia, mas é verdadeiramente uma flor.
Bosta. Por que é tudo tão simples quanto um corte de cabelo novo e bonito?
http://www.myspace.com/bielcoiso

terça-feira, 24 de março de 2009

Fui para Bauru

Dai eu vi aqui na internet que o dance of days iria tocar em Bauru, cidade relativamente perto daqui, uns cem quilometros mais ou menos. Agitei um ou outro pra ir comigo. O pedro aceitou, queria visitar um amigo que estuda e mora por lá, arrumamos carona e fomos. Sexta feira, la pelas duas da tarde desembarcamos em Bauru, cidade da minha gloriosa e amada avó. Conhecemos o centro da cidade enquanto procurávamos por ingressos para ver a banda que eu adoro e ele não conhecia. Cidade bonita, grande; o centro me lembrou, por vezes, o velho centro velho de São Paulo, região do Paissandu que conheço tão bem.
Ingressos na mão e tudo, saimos sabado a noite, por volta das dez para ver o show, em uma casa pequena, próxima do centro. encontramos a banda na porta, conversamos com todos eles, discutimos com o segurança, entramos. Ele ficou olhando, e eu me esbaldei com a música a "energia" e tudo mais.
Sabe, o ano de 2008, de tantas mudanças, acabou faz um tempo já, mas eu, tão ranzinza [e julgo que com razão] ainda não havia o superado, e consegui faze-lo neste fim de semana. Jogando pra fora coisa ruim que me impregnava há tanto tempo; me libertando de besteiras feitas há pouco tempo; aos berros, que so eu entendi, pedi desculpas a pessoas que não mereciam as chagas que acabei por lhes pregar.
Não gosto da cultura de que temos que mudar sempre. Sabe, aquela frase tão dita, com sentido de machismo ainda de que mulher quando quer mudança corta o cabelo. Não gosto desta idéia de você errou tem que parar e mudar. Mas realmente espero que alguma coisa mude neste ano novo coisiano.

quinta-feira, 12 de março de 2009

Acordei com gritos tortos e tontos em meio ao barulho da chuva e das árvores. Não sabia ao certo aonde estava, sabia apenas que deitado e dormindo. Acordei e filtrei as informações, era uma voz masculina clamando por um nome feminino que conheço bem (...). Sentei na cama, descobri exatamente aonde estava, bocejei na janela e gritei ao rapaz vá dormir, esse crime não compensa.
Ai ai.

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sexta-feira, 6 de março de 2009

Fico pensando...

...e ai tem toda uma coisa de limites, de auges [nem sei escrever esta palavra], de pontos finais, de parar para pensar e [talvez] recuar, de pensar nas coisas, de não pensar, de ser impulsivo. Tem um monte de coisas.
Mas ai chega um momento que é fatídico, não que os outros não sejam, acho que todos são componentes de um corpo, mas há um moneto fatídico em especial ao qual eu gostaria de chamar de revelação.
Revelação feita, na época das "câmeras analógicas", a gente revelava as fotos, pagava o rapaz do laboratório, saia com um saquinho de papel, sentava na guia e via as fotos com um riso besta na cara. Pelo menos eu fazia isso.
Ai o momento fatídico me conduziu a revelação [que não foi tão nova ou ocorrente pela primeira vez] e eu fiquei sentado, com cara de idiota, vendo fotos, e fotos, e fotos e ai a coisa pegou. Não sei se os limites, se a falta deles ou se o corpo deles. Pegou.
E ai fico pensando, será que se eu fizer a barba alguma coisa vai mudar? [ou minimamente se diferenciar?].