sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Txa txa..txi bum txi bum bum bum

[pequena ressalva: embora em minha linguagem cotidiana use muitos, muitos palavrões, aqui no blog não gosto de escreve-los; perdão, hoje estou cotidiano].
Nunca gostei dessa merda de carnaval. Na época da escola eu gostava por que não tinha aula cinco dias seguidos e eu ia pra casa dos meus avôs e ficava o dia inteiro na rua, e depois a noite toda em casa, vendo filme com eles ou jogando baralho com minha vó.
Essa porra cresceu, e o carnaval me tirou do sério dessa vez por representar um retorno às férias. Caralho, que merda, to vendo que hoje vou escrever de novo a citação da carta do kurt, to me sentindo muito naquela linha. Droga.
Hoje é aniversário da Tuca, eu estava em casa a tarde, com uma colher [me preparando pra cortar os pulsos com ela] quando a Tuca me ligou e chamou prum rolê, fui na hora, e fui de chinelo mesmo. Tomamos cafés na padaria, fumamos cigarros, bebemos menta com soda na casa dela; que beleza. A Tuca cresceu.
E o carnaval? Quero que exploda caralho! Eu queria ter seguido no interior, com as ferrenhas discussões do Pet, os livros ao meu redor, as noites de cachaça, leitura e escrita; as tardes de café e composições novas no violão. Caralho, caralho! Eu cresci, não quero feriado, eu quero estudar!
Caralho!

http://www.myspace.com/bielcoiso

Um comentário:

pedro meinberg disse...

já que as coisas não mudam, precisamos constantemente nos reinventar. assim, jamais nos adaptamos a elas.
que bom que oferecemos alguma resistência! (ou não, né... vai saber...)