segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Pequena nota...

...em meio a provas, trabalhos e processos seletivos para bolsas:
Drummond escreveu "nosso tempo", escreverei "meu tempo".
"é tempo de errar, quanto maiores e enormes, erros melhores".
De todos fotologs, blogs e etc que já tive por ai, este é o que possui menor coeficiente total [e percentário] de palavras de baixo calão. Mas hoje, e simplesmente hoje, chutarei o balde nesta página: merda de bosta do caralho porra!
[enfia o artista sua cabeça na parede por não saber aonde estava com ela em muitos momentos...].

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quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Não gosto de cerveja

Mas confesso que tem dias que me dá vontade de gostar, só pra poder dizer, no auge do cansaço: "puta, que vontade de ir no boteco tomar uma breja!".
Enfim, vou postar uma estrofe de um poema de outro dia ai, quando cheguei em casa tarde e tudo e depois de ter feito uma daquelas coisas que nos abalam (as típicas cagadas):

"(...)Estou sem blusa,
Meu quarto é quente,
Mas vulnerável,
Sinto-me mal,
(Resta-me ver,
Como acordarei...)"

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segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Copa do lombo

O legal em ser teimoso, é não aprender as coisas que a vida vomita em nosso colo. Por exemplo, eu sei que não posso comer certas coisas, sempre que como a carne de porco do restaurante universitário fico me sentindo balançando como o parachoque de uma brasília velha; fico cambaleando com meu desaparecido estômago.
E ai tem as coisas que eu nunca fiz, as carnes que nunca provei e tudo mais. Sempre existirão carnes que não provei, sempre inventarão carnes que eu não provei, e eu sempre pararei para pensar: "devo provar?". Enfim, acho que comer a carne que sei que me fará mal e ser penalizado por mim mesmo, de forma até auto-flagelante (não lembro o nome que quero usar), é uma coisa.
A carne indigesta que corrói meu estômago ausente é uma nunca antes provada por mim; nunca vivi minha vida em um rodízio, e sinto-me mal por te-la tocado desta forma por alguns momentos falsamente disfarçados de libertinos.
Sinto-me mal, e terei de ficar fora de casa o dia inteiro.
Aliás, tudo bem, pelo menos é prazeroso ficar aqui; e pelo menos, aprendi algo mais.

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quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Aula de introdução à história

Vivo, desde então, a minha própria pós-modernidade, repleta da minha própria falta de linearidade e da minha própria negação de um futuro.
Outro dia, quem sabe, dois ou três futuros...
(mas da linearidade não faço lá muita questão).

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segunda-feira, 10 de novembro de 2008

A casa do conhecimento

Cá estou eu, na casa do conhecimento, aonde entram apenas vinte por cento da população brasileira e de onde saem como "filhos pródigos" apenas dez por cento desta (algo em torno disso). Estou na casa do conhecimento, e me pergunto, sob quais circunstâncias sairei daqui?
Eu gosto, eu gosto, gosto mesmo, e isto não é mantra para que eu me faça acreditar que gosto, eu gosto. Mas estou cansado, merda, já?
Integralismo, você sabe o que é o integralismo? Eu sei, eu gosto de saber o que já sabia, e gosto mais ainda de saber tudo o que estou aprendendo aqui, por conta própria, para elaborar um trabalho.
(Mas, enfim, privo-me de um comentário e parto para outro).
Rousseau me falou que ao estado que não sabe se renovar, cabe um fim que lhe é iminente,
Maquiável veio me dizer que ao estado que pretende vencer guerras, não cabe o emprego de tropas mercenárias,
A guerra nos é ievitável (estados são compostos por humanos),
E eu sou mercenário.

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quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Chovendo

Almocei na faculdade hoje , teve filé de frango grelhado, do "restaurante universitário", meu desejo era ter ido direto para a biblioteca, mas precisei ir para casa, e enquanto ia, uma chuva cabisbaixamente cinza me pegou de surpresa. Dia cinza, com uma chuvona dessas, de raios e trovões, não era o que eu mais precisava ou desejava. Ainda sinto meus pés molhados.
Bem, já em casa, no meio do barulho causado pelas árvores ao serem esfaqueadas por rajadas brutais de vento, decidi ouvir minha fita k7 do show do Pearl Jam em que eu (dois de dezembro de dois mil e cinco). E cheguei a conclusão que, de fato, não houve em minha vida chuva mais gloriosa do que a daquele dia.
(e olha que eu já tomei muita chuva boa, no centrão de São Paulo, na LedSlay, na avenida Paulista e por ai vai; e por ai vai também o meu trabalho de história, vai pro ralo, com a chuva).

Isto articula com isto http://www.fotolog.com/bielcoiso

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