sábado, 26 de julho de 2008

Mastigando

Guardei para este fim de sábado, posterior às andanças semi-frustradas da sexta feira, alguns versos, escritos quando por esta cabeça se pensava: "e se eu começasse a escrever algo como poesias?".
E entendo multidão como alguém além de mim (exageros apenas, meu bem).

Fujo das pessoas,
Odeio aglomeração.
Pra que andar,
No meio da multidão?

Corro para o vazio,
Um lugar sem outro cidadão.
Pra que se exibir,
No meio da multidão?

Não gosto de muitas vozes,
Prefiro a solidão.
Pra que se expor,
No meio da multidão?

Fico em casa, trancado,
Sou eu e meu coração.
Pra que existir,
Como ponto na multidão?

http://www.tramavirtual.com.br/coiso
[músicas novas].

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